SBTi · Near-term e net-zero · GHG Protocol

SBTi: defina metas baseadas na ciência sobre a sua pegada real

A Dcycle calcula o seu inventário de âmbito 1, 2 e 3, avalia os critérios da SBTi um a um e distribui a redução por categoria até ao ano-alvo. Um especialista acompanha-o na submissão e na validação.

  • Pegada de âmbito 1, 2 e 3 como ano-base
  • Critérios SBTi com o seu estado
  • Trajetória de 1,5 °C por âmbito
  • Ações com o custo por tonelada

Conformidade RGPD · dados na Europa · ISO 27001

Mais de 2.000 empresas já gerem os seus dados de sustentabilidade com a Dcycle

ABBBanco SabadellValeoPepe JeansEiffageCorreos ExpressSylvaniaBuffGrupo SeséAjinomotoKLNDomingo Alonso Group
O que lhe pedem

Quem lhe pede metas SBTi e onde encrava

Clientes, bancos e a própria SBTi pedem metas baseadas na ciência. Quase sempre encrava no mesmo ponto: uma pegada que não está pronta para servir de ano-base.

Cliente grande Metas validadas pela SBTi, ou pelo menos o compromisso assinado, para continuar na lista de fornecedores. Só sabe se a sua pegada cumpre os critérios da SBTi quando prepara a submissão. O separador Critérios lista os 26 critérios da SBTi com o seu estado e mostra quais já cumpre com os dados que tem na Dcycle.
SBTi Ano-base, 95 % das emissões de âmbito 1 e 2 cobertas, todos os gases com efeito de estufa, bioenergia e o método usado. A pegada está numa folha de cálculo sem desagregação por gás nem por categoria. A pegada é calculada por categoria e âmbito segundo o GHG Protocol, e a Dcycle usa-a para responder aos critérios que dependem da medição.
Direção financeira Quanto custa chegar à meta e com que ações. A meta é uma percentagem sem ações nem orçamento por trás. Cada ação do plano tem a sua redução, investimento líquido, poupança anual e custo por tonelada, ordenadas da tonelada mais barata para a mais cara.
Bancos e investidores Metas de redução e progresso anual face ao ano-base, como exigem o CDP e a CSRD (ESRS E1). Todos os anos se recalcula à mão e o valor não bate com o do ano anterior. A modelação compara ano-base, ano atual e ano-alvo por categoria, com um indicador verde ou vermelho de se está na trajetória.
Equipa de sustentabilidade Escolher o nível de ambição e distribuir a redução pelas categorias. Testar cenários numa folha de cálculo parte as fórmulas. Escreve a % de redução e a ação de cada categoria, e os totais por âmbito e o gráfico de progresso recalculam-se de imediato.
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Produto

Da pegada do ano-base à meta e ao plano para a cumprir

Critérios SBTi

Os 26 critérios da SBTi, com o seu estado antes de submeter o que quer que seja

Em Dados, Melhorar, SBTi, o separador Critérios lista os critérios da SBTi (C1 a C24) com a sua resposta e o estado: aceite, pendente, bloqueado ou não aplicável. Os que dependem da sua medição, como os gases incluídos, são respondidos pela Dcycle. Ao completar um, como o ano de registo e o ano-alvo do C6, desbloqueiam-se os que dependiam dele.

  • Estado por critério: aceite, pendente, bloqueado ou não aplicável
  • Critérios respondidos pela Dcycle a partir da sua pegada
  • Os seis passos do processo SBTi, do formulário de compromisso ao anúncio
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Modelação

A meta de âmbito 1 e 2 e a de âmbito 3, calculadas sobre o seu ano-base

O separador Modelação mostra para cada meta o ano-base, o ano-alvo, o nível de ambição (1,5 °C ou bem abaixo de 2 °C), a redução anual e o método. O gráfico de progresso mostra as emissões reais e projetadas ano a ano face às linhas da meta, e a tabela de cenários futuros distribui a redução por categoria.

  • 1,5 °C: redução anual de 4,2 % no âmbito 1 e 2
  • Percentagem e ação de redução por categoria, com o total recalculado
  • Acompanhamento do ano atual a verde ou vermelho face à trajetória
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Leia Planner

A Leia propõe a meta e as ações do plano de descarbonização

No projeto Plano de descarbonização pede à Leia uma meta a partir da sua pegada. A Leia revê as categorias de âmbito 3, procura os pontos críticos por instalação e calcula a trajetória. Propõe a meta com o ano-base, as emissões base e o ano-alvo, e depois ações com custo estimado, prioridade e prazo de retorno. Aceita, rejeita ou edita cada proposta.

  • Justificação de cada meta proposta
  • Emissões projetadas: linha de base face a ações planeadas e aprovadas
  • Passos do plano: diagnóstico, decisão, meta, ações e plano
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Acompanhamento de ações

As ações que sustentam a meta, com o custo por tonelada

O separador Acompanhamento de ações transforma o plano em iniciativas: CO₂ evitado por ano, custo por tonelada, investimento líquido, data de implementação, execução e aprovação. No topo vê a redução prevista, quanto cobre da meta, a poupança anual e o retorno médio. É a base do progresso que divulga todos os anos.

  • Iniciativas ordenadas por custo por tonelada
  • Execução e aprovação de cada iniciativa
  • Redução prevista face à meta
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O que é a SBTi

O que é a SBTi e o que são metas baseadas na ciência

A Science Based Targets initiative define e valida metas empresariais de redução de emissões alinhadas com a ciência climática, para limitar o aquecimento a 1,5 °C. Nasceu em 2015 da aliança entre o CDP, o Pacto Global da ONU, o WRI e o WWF, e a validação é feita por um terceiro.

Construa o seu plano de descarbonização
  • 1,5 °C

    A trajetória de referência

    Com o método de contração absoluta, significa reduzir cerca de 4,2 % ao ano as emissões de âmbito 1 e 2.

  • Âmbito 1, 2 e 3

    Segundo o GHG Protocol

    O âmbito 3 entra na meta quando representa 40 % ou mais das emissões totais, como acontece na maioria das empresas.

  • 24 meses

    Desde o compromisso

    É o prazo para desenvolver as metas e submetê-las a validação depois de assinar a carta de compromisso.

Near-term, net-zero e FLAG

Near-term (5 a 10 anos)

O primeiro passo obrigatório. Reduções concretas para a próxima década, alinhadas com 1,5 °C e medidas a partir de um ano-base.

Net-zero (até 2050)

Reduzir pelo menos 90 % das emissões de toda a cadeia de valor e neutralizar apenas o residual com remoções permanentes.

FLAG

As empresas dos setores agrícola, florestal ou de uso do solo, ou com emissões FLAG de 20 % ou mais do total, definem também uma meta FLAG separada.

Porque lhe pedem

Clientes

As grandes empresas com meta de âmbito 3 pedem aos fornecedores metas SBTi próprias, porque as suas emissões fazem parte das delas.

Financiamento

Bancos e investidores perguntam por metas validadas ao conceder financiamento sustentável e em questionários como o CDP.

Regulação

A CSRD (ESRS E1) pede a divulgação das metas de redução e se são baseadas na ciência. Uma meta validada responde a essa pergunta.

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Passo a passo

Como definir metas SBTi em cinco passos

Do compromisso à divulgação anual. Os 24 meses começam a contar quando assina o compromisso.

  1. 1Comprometer-seAssina a carta de compromisso com a SBTi e tem 24 meses para desenvolver e submeter as metas.
  2. 2DesenvolverCalcula a pegada de âmbito 1, 2 e 3 do ano-base e modela metas alinhadas com 1,5 °C.
  3. 3Submeter e validarSubmete as metas com a documentação técnica. A SBTi revê-as, pode pedir correções e valida-as.
  4. 4ComunicarPublica as metas validadas para clientes, investidores e outras partes interessadas no prazo de seis meses.
  5. 5DivulgarTodos os anos reporta as emissões e o progresso face à meta.
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Corporate Net-Zero Standard 2.0

O que muda com o Corporate Net-Zero Standard 2.0

A SBTi publicou a versão 2.0 da sua norma net-zero a 11 de junho de 2026. O foco passa a ser executar o plano e demonstrar progresso, não apenas definir a meta. Até abrir a validação com a 2.0, as metas novas são submetidas com a versão 1.3.1.

Calendário de transição

QuandoVersãoO que implica
Até abrir a validação da 2.0V1.3.1As metas que submeter são validadas com a versão em vigor.
Primeiro trimestre de 2027V1.3.1 ou V2.0Período de transição: escolhe com que versão submete.
A partir de 1 de fevereiro de 2028V2.0Todas as novas submissões têm de seguir a versão 2.0.

A quem se aplica: duas categorias de empresa

Categoria A

Grandes empresas e médias de países de rendimento elevado. Meta de âmbito 3 obrigatória para cada categoria que represente 5 % ou mais das emissões de âmbito 3.

Categoria B

Pequenas empresas e médias de países de rendimento mais baixo. Obrigações proporcionais e uma via simplificada.

O que muda face à versão 1.3.1

Da meta à execução

A validação no fim de cada ciclo avalia o progresso real face ao plano de transição, não apenas a meta futura.

Âmbito 3 por materialidade

São cobertas as categorias que representam 5 % ou mais do âmbito 3, em vez do limiar de cobertura de 67 %.

Âmbitos 1 e 2 separados

A ambição do âmbito 1 e a do âmbito 2 são definidas em separado.

Emissões atuais

Um enquadramento para assumir as emissões presentes através de financiamento climático fora da cadeia de valor.

Neutralizar o residual

Define como neutralizar as emissões residuais até 100 % no ano net-zero, o mais tardar em 2050.

Boa-fé reconhecida

Quem age de boa-fé e não atinge uma meta pode manter-se na trajetória net-zero.

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Comparação

Metas SBTi com a Dcycle ou por conta própria

Fase a fase, o que muda quando a pegada, os critérios e o plano estão no mesmo sítio.

FasePor conta própriaCom a Dcycle
Pegada do ano-baseFolha de cálculo sem desagregação por gás nem categoriaÂmbito 1, 2 e 3 por categoria segundo o GHG Protocol, consolidados por empresa
Critérios da SBTiRevistos ao preparar a submissão, sem margem para corrigirOs 26 critérios com o seu estado desde o primeiro dia
Modelação da metaCálculo manual dos 4,2 % ao ano, difícil de justificarMeta por âmbito com ano-base, ano-alvo, ambição e método
Submissão e validaçãoDocumentação do zero e correções sem apoioUm especialista da Dcycle acompanha a submissão e as correções
Acompanhamento anualA pegada e o progresso refazem-se todos os anosAno atual face à trajetória e ações com a sua execução
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FAQ

Perguntas frequentes sobre a SBTi

O que é a SBTi?

A SBTi (Science Based Targets initiative) é uma iniciativa global que define e valida metas empresariais de redução de emissões alinhadas com a ciência climática, para limitar o aquecimento a 1,5 °C. Nasceu em 2015 da aliança entre o CDP, o Pacto Global da ONU, o WRI e o WWF, e é a norma de referência para demonstrar um compromisso climático verificado por um terceiro.

O que são metas baseadas na ciência?

São metas de redução de gases com efeito de estufa calculadas para que a empresa contribua para manter o aquecimento abaixo de 1,5 °C. Na prática, implicam reduzir as emissões a um ritmo definido (cerca de 4,2 % ao ano no âmbito 1 e 2 para 1,5 °C) e cobrir o âmbito 3 quando é material.

Como se definem metas SBTi passo a passo?

O processo tem cinco etapas: 1) comprometer-se assinando a carta de compromisso; 2) desenvolver as metas medindo a pegada de carbono e modelando-as; 3) submetê-las à SBTi para validação; 4) comunicar as metas validadas; 5) divulgar o progresso todos os anos. Desde o compromisso, tem 24 meses para submeter as metas.

A SBTi cobre o âmbito 3?

Sim. Com a versão 1.3.1, o âmbito 3 entra na meta quando representa 40 % ou mais das emissões totais de âmbito 1, 2 e 3. Na maioria das empresas é a maior parte da pegada, por isso uma meta credível depende de medir bem a cadeia de valor: compras, transporte, utilização dos produtos vendidos e, se aplicável, FLAG.

Qual a diferença entre metas near-term e net-zero?

As metas near-term fixam reduções para os próximos 5 a 10 anos e são o primeiro passo. As metas net-zero exigem reduzir pelo menos 90 % das emissões de toda a cadeia de valor antes de 2050 e neutralizar apenas o residual com remoções permanentes. O Corporate Net-Zero Standard da SBTi define ambas.

Quanto tempo demora a validação das metas SBTi?

Desde o compromisso, tem 24 meses para desenvolver e submeter as metas. Medir e modelar costuma levar dois a quatro meses, consoante os dados disponíveis, e a revisão da SBTi pode demorar mais alguns meses, com possíveis correções. Se a pegada do ano-base já estiver calculada por categoria, essa primeira fase encurta.

O que é o Corporate Net-Zero Standard 2.0 e a quem se aplica?

É a versão 2.0 da norma net-zero da SBTi, publicada a 11 de junho de 2026. O foco passa a ser executar e demonstrar progresso, não apenas definir a meta. Distingue a categoria A (grandes empresas e médias de países de rendimento elevado), com meta de âmbito 3 obrigatória para cada categoria que represente 5 % ou mais das emissões de âmbito 3, e a categoria B (pequenas e médias de países de rendimento mais baixo), com obrigações proporcionais. Até abrir a validação com a 2.0, submete-se com a versão 1.3.1; em 2027 poderá escolher a versão, e a 2.0 será obrigatória a partir de 1 de fevereiro de 2028.

O que muda face à versão anterior da SBTi?

As principais alterações da versão 2.0 são: cobertura do âmbito 3 por materialidade (categorias de 5 % ou mais, em vez do limiar de 67 %); ambição do âmbito 1 e do âmbito 2 definida em separado; um enquadramento para assumir as emissões atuais com financiamento climático fora da cadeia de valor; uma via para neutralizar o residual até 100 % no ano net-zero; e o reconhecimento da boa-fé, que mantém na trajetória quem agiu mas não atingiu uma meta.

Como devem as empresas divulgar o progresso face às metas?

Devem divulgar o ano-base, o perímetro organizacional, os âmbitos e categorias cobertos, a trajetória da meta, o método de cálculo, as emissões atuais, o progresso face à meta e quaisquer alterações materiais nos dados ou na metodologia. Devem explicar exclusões e estimativas, separar as reduções brutas de compensações ou remoções e guardar a evidência dos valores. Dados anuais consistentes tornam o progresso comparável e servem também para a CSRD e o CDP.

Como ajuda a Dcycle a cumprir metas SBTi?

A Dcycle calcula a sua pegada de âmbito 1, 2 e 3 como ano-base, avalia os critérios da SBTi com o seu estado, modela a meta de âmbito 1 e 2 e a de âmbito 3 com a distribuição por categoria e liga a meta a um plano de descarbonização com ações, custo e acompanhamento. Um especialista acompanha-o na preparação da submissão e nas correções da validação.

Que critérios da SBTi avalia a Dcycle?

O separador Critérios lista os 26 critérios da SBTi (C1 a C24, com o C20 em duas partes): cobertura de âmbito 1 e 2, gases incluídos, bioenergia, subsidiárias, anos de registo e alvo, antiguidade do ano-base, nível de ambição e método, entre outros. Cada um mostra a sua resposta e o estado. Os que dependem da medição são respondidos pela Dcycle com a sua pegada, e os que dependem de outro desbloqueiam-se quando o completa.

Demo com os seus dados

Mostramos-lhe as suas metas SBTi na Dcycle

30 minutos: a sua pegada como ano-base, os critérios da SBTi com o seu estado e a modelação da meta a 1,5 °C, com um caso do seu setor.

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